AMAZON ANUNCIA CORTE GLOBAL DE 16 MIL EMPREGOS

A empresa, que está com sua saúde financeira sólida, já havia cortado em outubro passado 14 mil postos de trabalho. Ela afirma que a medida tem a ver com a simplificação dos negócios!

Estaria a Inteligência Artificial interferindo no mercado de trabalho do planeta? A Amazon planeja cortar cerca de 16 mil vagas corporativas em todo o mundo. Segundo informou aos seus funcionários, a medida tem por objetivo simplificar os negócios e reduzir a burocracia.

Essa é a segunda etapa de demissões promovida pela gigante de tecnologia. Em outubro de 2025, foram eliminados 14 mil postos de trabalho.

Os funcionários baseados nos Estados Unidos terão 90 dias para se candidatarem a outras vagas internas. Aqueles que não conseguirem uma nova posição receberão indenização, plano de saúde e apoio para recolocação profissional, diz a empresa.

Os cortes anunciados nesta quarta-feira (28) ocorrem em um momento em que a Amazon intensifica o uso de IA e robôs, reduzindo sua força de trabalho, que cresceu exponencialmente durante a pandemia. 

O CEO Andy Jassy vem alertando que a IA vai reduzir o número de funcionários da empresa ao longo do tempo. Ele assumiu o comando em 2021 no lugar de Jeff Bezos, fundador da Amazon.

Os atuais cortes de funcionários são os maiores da Amazon desde 2023, quando foram eliminados 27 mil postos de trabalho. No final de setembro de 2025, a empresa empregava cerca de 1,57 milhão de pessoas globalmente, incluindo cerca de 350 mil cargos corporativos. O restante do pessoal trabalhava principalmente em armazéns.

A Amazon também vem reduzindo atividades no varejo presencial. No início desta semana, houve o fechamento das lojas Amazon Fresh e Amazon Go, nos Estados Unidos.

SITUAÇÃO FINANCEIRA

Muitos se perguntam: o que estaria causando as demissões na gigante tecnológica?

Com certeza, não é a sua saúde financeira. No último trimestre, a Amazon registrou aumento de cerca de 40% em seus lucros -algo em torno de US$ 21 bilhões. A receita ultrapassou IS$ 180 bilhões.

Após as demissões ocorridas em outubro de 2025, o CEO da empresa disse que essas mudanças não têm a ver com IA ou questões financeiras. Para ele, são “uma questão de cultura”.

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