O filme Michael estreou com um sucesso absurdo: a história de Michael Jackson arrecadou R$ 1 bilhão no mundo em seus primeiros dias de exibição, a maior bilheteria de estreia para uma cinebiografia. O longa trouxe o rei do pop de volta e o público o recebeu com frisson e uma saudade gigante represada.
Michael Jackson continua um fenômeno da música e parece ser imbatível! Seu legado pulsa vivo e levanta plateias mundo afora.
Os cinemas estão virando cenário de eventos, com o público em pé, muitos caracterizados cantando e dançando. Nas redes sociais, não se fala em outro assunto. Os antigos clipes do cantor estão sendo reproduzidos freneticamente nas redes, há shows de luzes com drones iluminando os céus de Hollywood, tributos em teatros e casas de shows ao redor do mundo. Michael virou onipresente e seus hits estão por toda a parte.
Sim, Michael Jackson é atemporal!
No Brasil, a situação não é diferente. O longa, que recebeu a maior campanha de mídia da história da Universal Pictures aqui no país, estreou no último dia 21 de abril e registra a maior abertura do ano: foi assistido por mais de 1,7 milhão de pessoas, faturando em bilheteria cerca de R$ 40 milhões, segundo a Comscore.
Para desespero da chamada crítica especializada que detonou o filme e até mesmo a atuação brilhante de Jaafar Jackson, sobrinho de Michael e que encarnou o tio com maestria, dedicação (dançou até seus pés sangrarem) e muita paixão. Os fãs reconhecem o seu trabalho e o reverenciam mundo afora.
Enquanto isso, os invejosos se contorcem. Mas, quem agora está preocupado com isso? Os críticos deram uma aprovação de 38% no Rotten Tomatoes, uma plataforma que concentra críticas de filmes de cinema e de televisão. Já a classificação dada pelo público foi de 97%.


O filme conta a história de Michael Jackson além da música, traçando sua jornada desde a descoberta de seu talento extraordinário como líder do Jackson Five até o artista visionário, cuja ambição criativa impulsionou uma busca incessante para se tornar o maior artista do mundo. O longa destaca sua vida fora dos palcos e traz algumas de suas performances mais icônicas da sua carreira solo inicial. Os fãs estão, literalmente, indo ao delírio.


Com as bilheterias explodindo, o longa caminha a passos rápidos para desbancar Bohemian Rhapsody (2018), que faturou mais de de US$ 910 milhões (R$ 4,5 bilhões), conquistando o recorde de maior cinebiografia mundial.