A Copa do Mundo de 2026 está cada vez mais próxima. E você vai aos Estados Unidos assistir aos jogos? Se a resposta for sim, é tempo de começar o planejamento logístico da sua viagem. Afinal, as distâncias são grandes entre as cidades-sede das partidas de futebol.
Por isso, é importante escolher um local de base para reduzir os custos com deslocamentos, otimizando o roteiro. E a Filadélfia pode ser uma boa opção. A cidade, na Costa Leste do país, próxima a destinos como Boston e Nova York, tem seis jogos confirmados, entre eles partidas da fase de ´grupos e um duelo eliminatório. Essa localização estratégica permite ao torcedor curtir futebol e fazer turismo, explorando melhor a cultura americana.
A cidade tem muita história e cultura. Entre um jogo e outro, você pode aproveitar para conhecer o Independence Hall — onde foram assinados documentos fundamentais da independência americana — e o icônico Liberty Bell, o Sino da Liberdade, que fica em frente ao Independence Hall, dentro do Parque Nacional da Independência.

A cidade também tem museus famosos, parques urbanos e uma gastronomia vibrante, que vai de mercados tradicionais a restaurantes contemporâneos.
Para quem gosta de compras, há desde outlets até centros comerciais completos. A mobilidade é outro destaque já que o sistema de transporte público é considerado muito eficiente e a boa infraestrutura urbana facilita a locomoção, permitindo explorar diferentes regiões.
Quanto custa viajar aos EUA na Copa?
Segundo a Nomad, fintech que oferece soluções para a vida financeira internacional dos brasileiros, uma viagem de sete dias para o país durante o campeonato mundial pode custar entre R$ 8 mil e R$ 11 mil (roteiro econômico). Já para usufruir de uma experiência mais confortável, o viajante desembolsa entre R$ 15 mil e R$ 22 mil, enquanto uma viagem premium começa a partir de R$ 25 mil.
Quanto gasta e como se comporta o turista brasileiro?

Em viagens para a América do Norte, os brasileiros gastam com compras e gastronomia, revela a fintech. As compras representam 28,1% das transações realizadas, seguidas por supermercados (21,4%), restaurantes (118,2%), lazer (13,9%) e transporte (13%), revela a Nomad.
Em relação ao comportamento, o uso do transporte público tem se mostrado forte. O metrô de Nova York (NYC Subway), por exemplo, aparece entre os locais com maior número de transações (3º lugar no ranking). O Uber também é um dos aplicativos mais utilizados.
Apesar do grande volume financeiro gasto pelos brasileiros em marcas com a Apple, muitos priorizam suas compras em redes de desconto, como Ross Dress for Less, Marshalls, Burilington e TJ Maxx.
No quesito alimentação, redes como McDonald´s e Starbucks lideram as opções de refeições rápidas feitas pelos brasileiros, enquanto restaurantes como Olive Garden e The Cheesecake Factory surgem opções populares para refeições mais longas.
Para Bruno Guarnieri, CRO da Nomad, a Copa de 2026 deve reforçar uma tendência já observada entre brasileiros que viajam ao exterior: “um turista mais independente, digital e atento aos custos totais da experiência.”